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Na tarde da quarta-feira (17), a vereadora Thainara Faria (PT) realizou uma reunião para discutir como deverá ser feita a regularização das atividades dos artesãos na cidade de Araraquara. Após discussões, Thainara havia levado a Camila Capacle e Flávia Andrade, respectivamente, coordenadora e gerente de Trabalho e Economia Criativa e Solidária, a intenção em fortalecer e valorizar o trabalho dos artesãos na cidade de Araraquara para que tenham condições de produzir e manter-se economicamente com o lucro do seu trabalho. Além disso, foi destacada a ideia da criação de uma “carteira do artesão”, que regulariza a profissão para participação em feiras municipais. O vereador Roger Mendes (Progressistas), o coordenador de Segurança Alimentar, Marcelo Mazzeta Lucas, o artesão e membro do conselho Municipal de Cultura Marcos Cesar Roque e a integrante do conselho municipal de Economia Criativa e Solidária Grazielle de Matos Santos também participaram da reunião, para avaliar como será redigida a lei que tratará da regulamentação da atividade dos profissionais. Foram discutidos também os tipos de trabalho que se enquadrarão como artesanato e como os alimentos artesanais se encaixarão na lei, para que o cadastramento seja feito de forma justa, de modo a incluir profissionais e não segregar a classe. Com a lei também será criada uma comissão que avaliará se o trabalho apresentado poderá ser cadastrado como artesanato. Essa comissão será eleita e terá um mandato por tempo a ser determinado no documento. Na lei também estará descrito o que de fato é artesanato: os tipos, como artesão-artesão, artesão semi-industrial e artesão-artista, e o trabalho realizado por cada vertente da profissão. “É importante que incentivemos o comércio do artesanato local, pois assim estaremos contribuindo para a economia da cidade, além de ajudar famílias que dependem dessas vendas. E é pensando nessa necessidade de incentivo, que queremos garantir a inclusão de artesãos no circuito econômico de Araraquara, para que estes produtores cresçam e tenham mais autonomia financeira”, destacou Thainara. Já Mendes acredita que a regularização por meio de lei venha a garantir os direitos dos profissionais. “Com isso, eles estarão respaldados por lei para realizar seus trabalhos e vendê-los nas feiras realizadas na cidade.”
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