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A Subsecretaria do Trabalho Artesanal nas Comunidades (Sutaco) é um órgão que define o que de fato se encaixa em artesanato, o que um artesão pode ou não vender. No entanto, a população araraquarense vem questionando que alguns produtos artesanais não são contemplados pela Lei da Sutaco. Por esse motivo, a vereadora Thainara Faria (PT) se reuniu com a coordenadora de Economia Criativa e Solidária, Camila Capacle, e com a gerente de Economia Criativa e Solidária, Flávia de Jesus Andrade, para discutirem o que pode ser feito no âmbito municipal.
Em reunião, houve um acordo de que uma lei deve ser instituída na cidade para definição de uma espécie de banco de dados de artesãos. Dentro dessa lei, há também a pretensão de regulamentar a comida artesanal, para isso será instituída uma comissão que irá estudar o que e como tudo deve ser definido. Para essa comissão, serão convidados profissionais das secretarias de Desenvolvimento Econômico, Cultura e Assistência Social, e ainda agentes da Vigilância Sanitária, de conselhos de Cultura e de Economia Solidária e artesãos. Também foi discutida a elaboração de uma lei que crie um sistema de cadastro para os artesãos da cidade, onde fique registrada a forma de artesanato produzido por cada um e o local onde esse produto deve ser comercializado. Nesta lei, também há a possibilidade da criação de uma taxa anual a ser paga pelos profissionais, bem como já acontece com os ambulantes da cidade. Na reunião, também foi discutida a reserva de stands na Feira Agrocomercial e Industrial da Região de Araraquara (Facira). Na feira deste ano, será reservado espaço para 30 empreendedores para uso da Economia Solidária e Criativa, que estão sendo gerenciados por Camila, no entanto, Thainara está buscando articular com o Executivo e com os responsáveis pela realização do evento para que haja reservas também por meio de projeto de lei. “É importante que incentivemos o comércio do artesanato local, pois assim estaremos contribuindo para a economia da cidade, além de ajudar famílias que dependem dessas vendas. E é pensando nessa necessidade de incentivo, que queremos garantir a inclusão de artesãos no circuito econômico de Araraquara, para que estes produtores cresçam e tenham mais autonomia financeira”, destacou Thainara.
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