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Apesar de ainda não ser referência em energia fotovoltaica, a partir de painéis que fazem a captação da luz solar e geram energia elétrica, a cidade de Araraquara tem como compromisso, conforme resposta ao Requerimento nº 726/2021 do secretário municipal de Administração, Antonio Adriano Altieri, realizar estudos para a implementação deste tipo de energia nos próprios públicos.
“Na atual administração, foi criada a Comissão de Modernização, sendo que entre os projetos em pauta se encontra também o estudo para implantação mais generalizada desta tecnologia de geração de energia nos próprios municipais”, enfatiza o secretário.
“A proteção ao meio ambiente deve ser a tônica de nossos movimentos políticos, assim como instigar a consciência ambiental e fomentar a sustentabilidade.” Foi pensando nesses ideais que a vereadora Fabi Virgílio (PT) encaminhou o documento ao Executivo, no dia 3 de agosto, solicitando informações sobre a utilização de sistema de energia fotovoltaico no município.
A parlamentar questionou quais prédios públicos teriam instalado esse sistema de energia, se haveria um estudo de impacto financeiro entre os prédios que são sustentáveis e os que não são e, se houvesse, cópias dos documentos. Fabi perguntava ainda se existiria um planejamento para que se pudessem adequar os próprios públicos com sistema de produção de energia limpa, visando a baratear os custos e adequando-se ao chamado da sustentabilidade em consonância com a Agenda 2030 da ONU.
“O sistema fotovoltaico se mostra como um excelente investimento para pessoas, empresas e repartições públicas que desejam explorar o sol como fonte de energia limpa, além, é lógico, de colaborar com a proteção do meio ambiente e ter como atrativo a economia, cientes de que o uso da tecnologia traz redução de até 90% nas contas de energia elétrica, além de ser um grande sistema aliado da proteção ambiental”, frisava a vereadora.
Segundo o secretário, os prédios já dotados de sistema fotovoltaico são os Centros de Educação e Recreação (CERs) “Honorina Comelli Lia”, “José Pizani” e “Maria Enaura Malavolta Magalhães”. No Hospital de Retaguarda do Melhado, a instalação está sendo montada, aguardando-se apenas a interligação do sistema para funcionar (aprovação da CPFL).
Já os locais com previsão de instalação no projeto incluso nas reformas em curso são os CERs “Carmelita Garcez I” e “Waldir Alceu Trigo”, e a Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) do Campo “Hermínio Pagotto”.
Altieri finaliza explicando que ainda “não existe estudo de impacto financeiro efetivo com relação às unidades que já possuem o sistema instalado, devido a suas instalações serem recentes”.
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