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“Todos os anos o frio chega para todas as pessoas, mas nem todas possuem cobertores ou mantas térmicas para se protegerem do frio, como, por exemplo, pessoas em situação de rua, pessoas em situação de vulnerabilidade econômica e/ou social etc.” É o que destaca o vereador João Clemente (PSDB) em indicação encaminhada à Prefeitura na qual pede a realização de estudos e análises sobre a criação da Plataforma Municipal “Cobertor Solidário”.
“Muitas instituições filantrópicas (casas de acolhida, casas de passagem, casas transitórias etc.) fazem campanhas para arrecadar cobertores a fim de suprir necessidades das pessoas atendidas. Nessa toada, há algumas iniciativas de pessoas e instituições que fabricam cobertores e mantas térmicas para garantir que todos tenham direito ao seu cobertor. Esses cobertores solidários podem ser feitos por meio de uniformes profissionais, retalhos do setor têxtil, meias, caixas de leite higienizadas e vazias, dentre outros materiais”, reforça.
O parlamentar cita algumas iniciativas, como a Retalhar, que transforma uniformes profissionais usados em cobertores; a “Retalhos que Aquecem”, que opera com transformação de retalhos têxteis em cobertores acolchoados, escolas municipais de Santos (SP), onde caixas de leite vazias viram cobertores térmicos nas mãos dos alunos; Piracicaba (SP), onde amigas se juntam para produzir cobertores térmicos a partir de caixas de leite vazias, a “Fios que Aquecem”, que produz mantas; e a “Meias do Bem”, que transforma meias usadas em cobertores.
“O que se propõe é a realização de estudos para a escolha do material apropriado para o Município desenvolver os cobertores e para a criação da Plataforma Municipal Cobertor Solidário, seja por meio de acordos de vontades, parcerias ou convênios entre o Município e tais iniciativas como inspiração, ou mesmo o incentivo a cooperativas que possam tocar o projeto, haja vista que referidos cobertores podem atender pessoas em situação de rua, pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, entidades filantrópicas, asilos etc., mas também podem atender a demanda própria do Município por cobertores”, pontua.
Clemente coloca que, no caso da utilização de retalhos têxteis, uniformes profissionais usados, caixas de leite UHT vazias (podem ter seis camadas de materiais) e meias usadas, a plataforma pode contribuir com a logística reversa, o meio ambiente e a biodiversidade.
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